- complexo B, importante para músculos, sistema nervoso, enzimas,
- vitamina C, importante para o sistema imunologico ]
- beta-sisterol, que tem ação anti-inflamatória,
- cyperone, um fito-nutriente que proporciona benefícios ao coração e pressão sanguínea
- fisalina, importante para portadores de hepatite B e C.
- betaína, usada pelo fígado para produzir colina, substância necessária para a formação de fosfolípides, componentes de todas as membranas celulares.
- beta-glucanas conhecidos como modificadores da resposta imunológica contra processos infecciosos.
terça-feira, 26 de janeiro de 2016
Voltando a forma pós parto: parte 3
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
Voltando a forma pós parto: parte 2
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Voltando a forma pós parto
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Obesidade, fertilidade e contracepção Parte 2
A obesidade é apontada como fator desencadeante de uma série de alterações da “capacidade reprodutiva” das mulheres (como já falado anteriormente), bem como problemas durante a gestação que põe em risco o feto (como pré-maturidade e maior risco de eclampsia, que é a forma grave de hipertensão arterial na gestante , evoluindo com crises convulsivas e lesão neurológica na mãe).
Muitos trabalhos relatam aumento do risco de perda fetal (aborto) precoce na gestação tanto em gestação espontâneas como naquelas induzidas pelo médico (com auxílio apenas de medicações ou fertilização in vitro). O mecanismo exato de infertilidade não está bem elucidado ainda. Já é sabido que mesmo nas mulheres com sobrepeso (IMC maior que 25 Kg/m2) os picos do hormônio luteinizante [LH] (que induz a ovulação e a formação do corpo lúteo) é menor (menos amplo) e que na média a concentração desse hormônio no sangue também é menor. Além disso, essas mulheres têm uma PIOR resposta ao estímulo de ovulação induzida por injeções de gonadotrofinas (como o Lupron) utilizadas para induzir ovulação.
Muito interessante é o fato que além de maior risco de infertilidade, o sobrepeso e a obesidade aumentam o risco de GESTAÇÃO INDESEJADA. Isso foi surpreendente para mim também! O risco da FALHA do contraceptivo hormonal (pílula anticoncepcional) é maior nas obesas ou com sobrepeso. A explicação para isso seria que o fígado da mulher nessa condição metaboliza mais rapidamente esses anticoncepcionais que os hormônios do anticoncepcional ficariam “seqüestrados”, dissolvidos na gordura, não atuando nos locais que deveriam atuar. Mas as evidencias na literatura médica sobre o porquê disso acontecer ainda é controversa e precisa ser melhor esclarecida.
A perda de peso é o tratamento de PRIMERIA linha no caso de mulheres inférteis, que não ovulam. A perda de peso de 2-10% do peso corporal já restitui a ovulação e a fertilidade em 44-72% das mulheres obesas nesta situação! Por isso, atenção mulheres que estão fora do peso mas desejam gestar: vamos correr atrás do prejuízo (literalmente) e fazer logo dieta e atividade física!!
domingo, 29 de julho de 2012
Obesidade, Infertilidade e Contracepção. Parte 1, opinião do Fisiologista.
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Bebe nasce na China com 7Kg. Isso é normal?
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Gestação e Diabetes
Durante toda a gestação, mas principalmente após as 24 semanas, a placenta produz hormônios que são importantes para manutenção da gestação, saúde da mãe e do neném. Estes hormônios, entretanto, tem um efeito "diabetogênico" na mãe. São conhecidos como hormônios contrareguladores do metabolismo da glicose. Tem um efeito de aumentar a resistência do organismo a ação da insulina (hormônio responsável pela queima de glicose transformando-a em energia). Algumas mulheres, sob efeito desses hormônios tem diabetes gestacional. O diabetes durante a gestação causa complicações fetais e maternas. Maior risco de complicações durante o parto. A criança fica muito grande tendo complicações para nascer. Há risco de hipoglicemia nos primeiros dias de vida, o que é muito grave, pois a baixa de glicose no sangue do recém nascido causa risco de vida ou complicações graves, como crise convulsiva, sequelas neurológicas, dentre outras.
Mas quem está sob risco de diabetes gestacional?
Mães que já eram diabéticas antes de gestar
Mulheres que tem os seguintes fatores de risco:
- obesas (IMC maior que 30 Kg/m2) ou que estão ganhando muito peso durante a gestação
- parentes de 1o grau com diabetes (pai, mãe, irmãos)
- IDADE > 25 anos (isso é, para muitos, chocante! Afinal, muitas mulheres, no dias de hoje, engravidam após os 25 anos)
- História prévia de filho com >4 Kg
- Síndrome de ovário policístico (antes da gestação)
- Uso de corticoide
- Perda fetal prévia, sem causa definida.
Se a mulher tiver algum desses fatores de risco deve ser submetida a um rastreamento mais precoce, logo no início da gestação, e reavaliada quando estiver com 24 semanas de gestação. E como prevenir? Tendo cuidados durante a gestação, mantendo uma alimentação saudável, de preferencia orientada por nutricionista, mantendo um ganho de peso dentro dos limites estabelecidos por seu/sua médico(a), praticando atividade física (sem excessos). Antes de gestar, já é importante tentar atingir um peso dentro da faixa saudável (não engravidar obesa). Essa é uma das medidas mais eficazes para prevenir o diabetes gestacional, e além disso a hipertensão da gestação (pré-eclampsia), que também é muito perigosa.
Informação e prevenção são as palavras chaves para uma gestação tranquila.
Vejo vocês em breve! Aguardo comentários!!

